Edil de Lichinga condenado por corrupção e abuso de Poder

O Presidente do Conselho Municipal de Lichinga, Saide Amido, foi condenado a 18 meses de prisão, convertidos em multa, por corrupção e abuso de poder.

A sentença do caso do Presidente do Conselho Municipal da capital de Niassa foi lida na manhã de ontem, pelo juiz Kaled Varinda, num processo em que o edil era acusado juntamente com o seu chefe de gabinete, Adérito David, e um ex-funcionário da edilidade, Jonas Pedro.

Para além dos 18 meses de prisão, Saide Amido teve outros 16 de multa. Teve ainda que pagar mais de 640 mil meticais de multa e já se encontra em liberdade. Amido terá que pagar ao Estado 200 mil meticais de indemnização.

 O ex-funcionário Jonas Pedro teve uma pena de nove meses de prisão, por cumplicidade, e o chefe do gabinete, Adérito David, apanhou seis meses por encobrir o crime. Estas penas foram convertidas em multas e os condenados já estão igualmente em liberdade.

Sentença rápida

 O processo contra o edil de Lichinga foi aberto no início do mês passado. Saide Amido foi conduzido às celas da Cadeia Civil de Lichinga a 4 de Maio, acusado de corrupção e abuso de poder, por ter cobrado de forma ilícita 150 mil meticais a estrangeiros para ocupação de terrenos. Os referidos terrenos destinavam-se à construção de lanchonetes. Entretanto, o valor cobrado ilicitamente foi depois devolvido aos lesados. O edil também se apoderou ilegalmente de 200 mil meticais.

Os réus foram ouvidos pelo Tribunal Judicial de Lichinga, desde a altura em que o caso foi despoletado.

Via O Pais 

 

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